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Como estudar na China: universidades, custos, bolsas e vistos

Por Andreu Puy · 4 de novembro de 2026 · 12 min de leitura

A China tem duas universidades entre as 15 melhores do mundo, a Universidade de Pequim e a Universidade Tsinghua, tanto no ranking QS quanto no Times Higher Education de 2027. Nenhum outro país publicou mais pesquisas em revistas científicas de ponta em 2025. A Tsinghua cobra dos alunos internacionais de graduação de RMB 26.000 a 40.000 por ano pela maioria dos seus cursos ministrados em chinês, cerca de US$ 3.900 a 6.000. Não é um valor desprezível, mas a Universidade da Pensilvânia, logo abaixo dela no QS, cobra mais de US$ 65.000. As bolsas do governo podem pagar as taxas do curso, um quarto e uma ajuda de custo mensal. Você precisa de um visto de estudante e, para um diploma, de um pouco de chinês, mesmo que o curso seja ministrado em inglês.

Tirar um diploma na China significa aprender um pouco de chinês. Pelo padrão do Ministério da Educação, mesmo os cursos ministrados em inglês definem um nível de chinês a ser alcançado até a formatura. O Hanzio ajuda você a chegar lá: um baralho para cada nível do HSK ensina o significado, o pinyin e os tons, o som e a escrita de cada palavra.

Transparência: nós desenvolvemos o Hanzio. Os rankings, as taxas e as regras vêm das universidades e de fontes oficiais, listadas no final.

O antigo portão da Universidade Tsinghua: um arco branco com colunas e o nome 清華園 entalhado acima da abertura central, pela qual se vê um edifício de tijolos vermelhos entre árvores sem folhas.
O antigo portão da Universidade Tsinghua, em Pequim. O nome acima do arco, 清華園, está escrito da direita para a esquerda, em caracteres tradicionais.

Por que estudar na China?

Cinco motivos se destacam: algumas das universidades mais bem classificadas do mundo; taxas e custo de vida muito abaixo dos de muitas universidades classificadas perto delas; uma segunda habilidade para levar para casa junto com o diploma, o chinês; uma vantagem para a sua carreira; e uma cultura e uma culinária para descobrir enquanto você está lá.

Universidades no topo dos rankings

A Universidade de Pequim e a Universidade Tsinghua estão entre as 15 melhores do mundo nos dois rankings mundiais mais conhecidos, o QS e o Times Higher Education (THE). Seis universidades da China continental estão entre as 100 primeiras do QS:

Uni­ver­si­da­deCidadeQS 2027THE 2027
Uni­ver­si­da­de de PequimPequim1313
Uni­ver­si­da­de TsinghuaPequim1411
Uni­ver­si­da­de FudanXangai2638
Uni­ver­si­da­de Jiao Tong de XangaiXangai3639
Uni­ver­si­da­de de ZhejiangHangzhou47=34
Uni­ver­si­da­de de NanquimNanquim=9059

Entre as 100 primeiras do THE também estão a Universidade de Ciência e Tecnologia da China, em Hefei (=51), e o Instituto de Tecnologia de Harbin (96), e entre as suas 200 primeiras estão 17 universidades da China continental, contra 13 no ano anterior.

A pesquisa mostra o mesmo. O Nature Index, que contabiliza artigos publicados numa lista de revistas e conferências de ponta, coloca a China em primeiro lugar em 2025, à frente dos Estados Unidos, e nove das dez instituições no topo da sua tabela são chinesas, entre elas universidades em Hangzhou, Hefei, Nanquim e Chengdu. Por área, a China lidera o índice em química, ciências físicas, ciências biológicas e ciências aplicadas; os Estados Unidos ainda lideram em ciências da saúde.

Um ranking diz mais sobre a pesquisa e a reputação de uma universidade do que sobre as suas aulas, então veja também o ranking da sua área e a própria página do curso.

Quanto custa

Cada universidade define as suas próprias taxas para estudantes internacionais. Para cursos ministrados em chinês, a Tsinghua e a Universidade de Pequim cobram de RMB 26.000 a 40.000 por ano, dependendo da área; medicina clínica custa mais. Veja como isso se compara com duas universidades classificadas perto delas no QS:

Uni­ver­si­da­de (QS 2027)AnoAnuidadeAprox. em US$
ETH Zurich (8º)2026–27CHF 4.3805.300
Uni­ver­si­da­de de Pequim (13º)2025–26RMB 26.000–30.0003.900–4.500
Uni­ver­si­da­de Tsinghua (14º)2027–28RMB 26.000–40.0003.900–6.000
Uni­ver­si­da­de da Pen­sil­vâ­nia (15º)2026–27US$ 65.67065.670

Os cursos ministrados em inglês costumam custar mais (RMB 100.000 por ano nos de graduação da Tsinghua), então confira a página do seu curso. O custo de vida aumenta a diferença: um quarto duplo no campus da Tsinghua custa RMB 40 por dia, menos de US$ 2.200 por ano, contra US$ 13.644 por um quarto na Penn, e a ETH Zurich orienta os alunos a prever de CHF 20.000 a 26.000 por ano (cerca de US$ 24.300 a 31.600) para os custos de vida e de estudo.

Fora das maiores cidades, custa menos ainda: a Universidade de Hunan, em Changsha, cobrava dos alunos internacionais de graduação de RMB 15.000 a 17.000 por ano em 2025, e RMB 6.000 por ano por um quarto duplo.

Um prédio de três andares, de tijolos vermelhos e varandas brancas, na Universidade de Hunan, com a placa 湖南大學 acima da entrada em arco, e pessoas caminhando e tirando fotos no pátio em frente.
A Universidade de Hunan, em Changsha. A sua placa, 湖南大學, também se lê da direita para a esquerda.

Uma segunda habilidade: o chinês

Morar na China coloca a língua ao seu redor o dia todo: no refeitório, no metrô, no grupo de mensagens da sua turma. Você aprende com tudo isso, não só nas aulas, então termina o curso com uma segunda habilidade além do diploma. Cada palavra que você leva na bagagem facilita as primeiras semanas. Para tudo o mais que o chinês abre, veja por que aprender chinês.

Estudantes de camisa polo branca lendo e escrevendo em longas mesas de madeira numa biblioteca, com estantes de livros atrás deles.
Estudantes revisando a matéria numa biblioteca.

Uma vantagem para a sua carreira

Estudar na China dá a você mais do que um diploma: você volta com o chinês e com a experiência do país vivida em primeira mão. E a China importa para muitos empregadores: é a segunda maior economia do mundo e a maior exportadora de bens. Nenhum diploma garante um emprego, mas este pode fazer você se destacar sempre que o seu trabalho tiver a ver com a China. Para saber mais sobre o chinês no trabalho, veja por que aprender chinês.

Cultura e culinária

A cultura da China está por toda parte, não só nos seus 61 sítios do Patrimônio Mundial da UNESCO, como a Cidade Proibida e o Exército de Terracota. Você acompanha festas como a Festa da Primavera e o Festival do Meio do Outono do mesmo jeito que as pessoas que as celebram, e a comida muda de região para região: a pimenta de Sichuan, que deixa a boca dormente, as pimentas de Hunan, o dim sum de Guangdong, o macarrão puxado à mão de Lanzhou. E cerca de 50.000 km de ferrovias de alta velocidade deixam boa parte disso a um fim de semana de distância.

Uma mesa redonda posta para um jantar compartilhado: um peixe inteiro braseado no meio de uma bandeja giratória de vidro, cercado de pratos de milho, linguiça fatiada, morangos, vagens, rolinhos fritos, pato fatiado e verduras salteadas, e uma tigela de sopa, com tigelas vazias, copos e latas de água com gás ao redor da borda.
Um jantar compartilhado: os pratos ficam no meio, numa bandeja giratória, e todos comem de todos eles.

Como se candidatar

Primeiro, escolha o tipo de programa:

Depois, candidate-se à universidade, no próprio site de admissão internacional dela, e, se quiser, a uma bolsa: veja abaixo. As universidades pedem o seu passaporte, os seus diplomas e históricos escolares, um certificado de língua e, para a pós-graduação, um plano de estudos e cartas de recomendação. A maioria dos programas começa em setembro, e as inscrições abrem no outono anterior (do hemisfério norte). Cada universidade define as suas próprias datas e regras, então confira o site de admissão dela. Este é o de uma universidade:

Um exemplo: a admissão para a graduação da Tsinghua em setembro de 2027

Bolsas de estudo

A maior é a Bolsa do Governo Chinês (Chinese Government Scholarship), administrada pelo Conselho de Bolsas de Estudo da China (CSC). Uma bolsa integral paga as taxas do curso, um quarto no campus ou um auxílio-moradia, o seguro-saúde e uma ajuda de custo mensal: RMB 2.500 para alunos de graduação, 3.000 para alunos de mestrado e 3.500 para alunos de doutorado. Há duas formas de se candidatar, ambas pelo site do CSC, campuschina.org: pelo seu próprio país, onde um órgão responsável pelos estudos no exterior, normalmente a embaixada da China, recebe as candidaturas (o Bilateral Program, ou programa bilateral), ou por uma das universidades chinesas que oferecem a bolsa (o Chinese University Program, ou programa das universidades chinesas). Os alunos de graduação que se candidatam a ela também precisam de uma nota no CSCA, uma prova aplicada pelo Conselho de Bolsas de Estudo da China: matemática para todos os cursos, física ou química para alguns, e chinês profissional (Professional Chinese) para os cursos ministrados em chinês.

Há outras:

BolsaPara que serveComo se candidatar
Bolsa para Pro­fes­so­res In­ter­na­cio­nais de Língua ChinesaEstudantes e pro­fes­so­res que pretendem trabalhar no ensino de chinês: quatro semanas, um semestre ou um ano de estudos, ou um diploma em ensino de língua chinesaNo chinese.cn, com a re­co­men­da­ção de um Instituto Confúcio, de um centro de aplicação do HSK ou de uma embaixada da China, com notas do HSK e, na maioria das modalidades, uma nota do HSKK (prova oral)
Bolsas dos governos de Xangai e de PequimEstudantes de uni­ver­si­da­des dessas cidades. A de Xangai pode pagar as taxas do curso, um quarto, uma ajuda de custo e o seguro; a de Pequim paga as taxas do cursoPela sua uni­ver­si­da­de
Bolsas das uni­ver­si­da­desEstudantes admitidos nessa uni­ver­si­da­deNo site de admissão da uni­ver­si­da­de
Schwarzman ScholarsUm mestrado de um ano em assuntos globais na Tsinghua, com todos os custos pagosNo seu site
Yenching AcademyUm mestrado de dois anos em estudos sobre a China na Uni­ver­si­da­de de Pequim, com uma bolsa para as taxas do curso, a moradia e uma ajuda de custo mensalNo seu site

A quais delas você pode se candidatar depende do seu passaporte. Cada país tem as suas próprias vagas e prazos para a Bolsa do Governo Chinês: a embaixada da China na Indonésia, por exemplo, recebe candidaturas para 2027 até 14 de fevereiro de 2027. Algumas vias são só para uma região: os cidadãos da União Europeia, por exemplo, também têm a EU Window, uma via de candidatura própria. Pergunte à embaixada da China no seu país o que está aberto para você.

No Brasil, é a embaixada da China que recebe as candidaturas dos cidadãos brasileiros; em Portugal, a embaixada da China as analisa e escolhe os candidatos que recomenda.

O visto de estudante

Para estudar na China, você precisa de um visto de estudante, o visto X: um X1 para um programa de mais de 180 dias, ou um X2 para 180 dias ou menos. Você o solicita na embaixada ou no consulado da China no seu país, ou no respectivo centro de vistos, com o passaporte e a carta de admissão e, para um X1, também o formulário Visa Application for Study in China, o JW201 ou o JW202, que a universidade envia junto com a carta. Algumas embaixadas também pedem o registro do exame médico.

Com um visto X1, você precisa solicitar a autorização de residência em até 30 dias após a chegada, no escritório local de entrada e saída; o escritório internacional da sua universidade ajuda você com isso. É a autorização que permite que você fique no país durante os estudos.

A entrada sem visto que muitas nacionalidades têm hoje por até 30 dias (veja a seção de viagens de por que aprender chinês) cobre viagens de estudo, como os programas de verão e de inverno, mas não os estudos em si: para um semestre ou um curso, você precisa do visto X.

A autorização de residência de estudante não é uma autorização de trabalho. Os estudantes internacionais podem participar de programas de trabalho-estudo, mas não podem aceitar um emprego nem administrar um negócio, e o trabalho-estudo ou um estágio fora do campus exige o consentimento da sua universidade e uma anotação na autorização de residência. As regras mudam e variam de país para país, então confirme com a embaixada ou o consulado que vai emitir o seu visto.

Quanto chinês você precisa saber?

Mais do que muitos candidatos esperam. O Ministério da Educação da China define os níveis no seu padrão de qualidade de 2018 para estudantes internacionais no ensino superior, que ainda é a regra nacional. As universidades os expressam em níveis do HSK antigo, com as suas contagens de palavras:

CursoPara entrarPara se formar
Ministrado em chinêsHSK 4 (1.200 palavras)HSK 5 (2.500 palavras)
Ministrado em inglês: graduaçãoInglês, definido pela uni­ver­si­da­deHSK 4 (1.200 palavras)
Ministrado em inglês: mestrado ou doutoradoInglês, definido pela uni­ver­si­da­deHSK 3 (600 palavras)

Cada curso também deveria tornar obrigatória uma disciplina sobre a China, e as universidades deveriam oferecer aulas de chinês suficientes. O padrão tem uma escala própria de cinco níveis, que os organizadores do HSK fazem corresponder ao exame antigo: os níveis 3 e 4 são o HSK 3 e o HSK 4, e o nível 5 é o HSK 5 ou 6. As universidades podem pedir mais: a Tsinghua pede o HSK 5 para começar um curso ministrado em chinês. E elas cobram isso na prática: o aviso de novembro de 2025 da Universidade Farmacêutica da China pede aos alunos de mestrado e doutorado de cursos ministrados em inglês que passem no HSK 3 com pelo menos 180 pontos antes de se formarem.

O padrão não define nenhum nível para semestres de intercâmbio ou outros estudos que não levam a um diploma. Mesmo assim, um pouco de chinês muda a sua estadia: você consegue conversar com colegas e vizinhos, pedir comida no refeitório e se virar sozinho, e vê o país por dentro, e não como visitante.

Antes de marcar uma prova, confira duas coisas:

As bolsas para estudar chinês, como a Bolsa para Professores Internacionais de Língua Chinesa, costumam pedir também uma nota do HSKK, a prova oral do HSK. Quanto ao tempo: no ritmo de 10 palavras novas por dia, as 2.000 palavras do novo HSK 4 levam cerca de sete meses, e as 3.600 do HSK 5, cerca de um ano, além de tudo o mais que cada nível pede (veja quanto tempo leva cada nível).

Chinês para as suas primeiras semanas

Você vai encontrar estas palavras desde o dia em que fizer o seu registro, em formulários, em placas e no grupo de mensagens da sua turma.

ChinêsSignificado
留学生
liúxuéshēng
estudante internacional A palavra oficial mais recente é 国际学生 guójì xuéshēng.
录取通知书
lùqǔ tōngzhīshū
carta de admissão Você precisa dela para solicitar o seu visto.
签证
qiānzhèng
visto
体检
tǐjiǎn
exame médico
居留许可
jūliú xǔkě
autorização de residência
报到
bàodào
fazer o registro na chegada A sua primeira parada no campus, com o passaporte e a carta de admissão.
宿舍
sùshè
alojamento estudantil
食堂
shítáng
refeitório
饭卡
fànkǎ
cartão do refeitório Muitos campi usam um único cartão, 一卡通 yìkǎtōng, para as refeições, a biblioteca e as portas.
选课
xuǎnkè
escolher as suas disciplinas
学分
xuéfēn
crédito Cada disciplina vale alguns, e um curso exige um número definido deles.
学费
xuéfèi
taxas do curso
奖学金
jiǎngxuéjīn
bolsa de estudos

Prepare-se com o Hanzio

O Hanzio tem um baralho para cada nível do HSK, antigo e novo, para você aprender as palavras que o seu programa pede. Adicione um, e o plano diário apresenta algumas palavras novas por dia e traz cada uma de volta pouco antes de você esquecê-la. Para o HSK 1, há também um curso de lições de gramática e histórias curtas.

Todas as palavras da tabela acima estão no dicionário do Hanzio, com áudio. E, quando você estiver na China, tire uma foto de um aviso, de um formulário ou de um cardápio, ou escolha uma que você já tirou, e o escaneamento da câmera encontra o chinês que aparece nela.

Comece a aprender chinês antes de ir

Perguntas frequentes

Estudar na China é caro?

Custa muito menos do que em muitas universidades de ponta, embora não seja de graça. A Tsinghua cobra dos alunos internacionais de graduação de RMB 26.000 a 40.000 por ano pela maioria dos cursos ministrados em chinês, cerca de US$ 3.900 a 6.000, contra US$ 65.670 na Universidade da Pensilvânia. O custo de vida também é menor: um quarto duplo no campus da Tsinghua custa RMB 40 por dia. Os cursos ministrados em inglês podem custar mais, e as universidades fora das maiores cidades podem custar menos.

Dá para estudar na China em inglês?

Sim: muitas universidades oferecem alguns cursos em inglês, e, se o inglês não é a sua primeira língua, você normalmente se candidata com o IELTS ou o TOEFL em vez do HSK. Mas, num curso com diploma, você também vai precisar de um pouco de chinês: pelo padrão do Ministério da Educação da China, os alunos de graduação em cursos ministrados em inglês deveriam alcançar o nível do HSK 4 até a formatura, e os de mestrado e doutorado, o HSK 3, na escala do exame antigo. O padrão não define nenhum nível para semestres de intercâmbio ou outros estudos que não levam a um diploma, embora até um pouco de chinês facilite o dia a dia por lá.

Preciso do HSK para estudar na China?

Para um curso ministrado em chinês, sim: a Tsinghua, por exemplo, pede o HSK 5 ou superior. Para um curso ministrado em inglês, você normalmente se candidata com uma prova de inglês, mas costuma precisar de um nível do HSK para se formar. Os programas de língua chinesa aceitam iniciantes.

Como conseguir a Bolsa do Governo Chinês?

Candidate-se no campuschina.org, pelo seu próprio país, onde a embaixada da China normalmente recebe as candidaturas (o Bilateral Program), ou por uma universidade chinesa que oferece a bolsa (o Chinese University Program). Uma bolsa integral paga as taxas do curso, um quarto, o seguro-saúde e de RMB 2.500 a 3.500 por mês.

Qual visto é preciso para estudar na China?

Um visto X1 para um programa de mais de 180 dias, ou um X2 para 180 dias ou menos. Solicite-o numa embaixada ou num consulado da China com a carta de admissão e, para um X1, o formulário JW201 ou JW202 enviado pela sua universidade. Com um X1, solicite a autorização de residência em até 30 dias após a chegada.

E quanto a Hong Kong e Taiwan?

Os dois têm os seus próprios sistemas. As universidades de Hong Kong têm o seu próprio visto de estudante e cobram muito mais dos alunos não locais (a partir de HK$ 250.000 por ano para alunos de graduação na Universidade de Hong Kong), e o dia a dia por lá é em cantonês. Taiwan tem as suas próprias bolsas e o seu próprio exame de chinês, o TOCFL, e escreve com caracteres tradicionais: veja chinês simplificado ou tradicional.

Fontes: os rankings, do QS (18 de junho de 2026) e da Times Higher Education (30 de setembro de 2026), com o seu comunicado de 2027 para as 200 primeiras; a produção científica, das tabelas de 2026 do Nature Index de países (no total e por área) e de instituições (dados de 2025); a economia, do World Economic Outlook, do FMI (outubro de 2026), e as exportações, do Global Trade Outlook, da OMC (outubro de 2026); os sítios do Patrimônio Mundial, da Xinhua (25 de julho de 2026), e as ferrovias de alta velocidade, do boletim estatístico de 2025 do Ministério dos Transportes; as taxas, da Tsinghua (graduação), da Universidade de Pequim (2025), da Universidade de Hong Kong, da Universidade da Pensilvânia (6 de março de 2026) e da Universidade de Hunan (2025), e da ETH Zurich; os quartos e o custo de vida, do International Students & Scholars Center da Tsinghua, da Penn (o mesmo comunicado) e das orientações de orçamento da ETH Zurich; os valores em dólares, pelas taxas de 4 de novembro de 2026 do Banco Popular da China (6,7180 yuans ou 0,8224 franco suíço por dólar americano); o calendário, os requisitos e os documentos de admissão da Tsinghua; a Bolsa do Governo Chinês, do guia de 2026 da Universidade de Língua e Cultura de Pequim e do governo de Pequim, e o prazo da Indonésia e o requisito do CSCA, da embaixada da China na Indonésia, com as matérias do CSCA, do governo de Xangai; a EU Window, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong; as diretrizes de 2026 do CLEC para a Bolsa para Professores Internacionais de Língua Chinesa; as bolsas dos governos de Xangai e de Pequim, da Universidade Marítima de Xangai e da Universidade de Pequim; o Schwarzman Scholars e a Yenching Academy; os vistos e as autorizações de residência, das páginas do governo de Xangai sobre estudos e entrada sem visto; o trabalho-estudo, das regras para estudantes internacionais do Ministério da Educação (2017, artigo 30) e do regulamento de entrada e saída do Conselho de Estado (revisado em 2025, artigo 22); os níveis de chinês, do padrão de qualidade de 2018 do Ministério da Educação, e a sua correspondência com o HSK, do programa do HSK (Chinese Testing International), e uma universidade que o aplica, da Universidade Farmacêutica da China (13 de novembro de 2025); os níveis do HSK e a validade da nota, conforme o nosso guia do HSK; o visto de estudante de Hong Kong e as suas línguas, do seu censo de 2021; as bolsas de Taiwan, do seu Ministério da Educação. As vias do Brasil e de Portugal vêm dos editais de 2026/2027 das embaixadas da China no Brasil e em Portugal.